sexta-feira, 22 de junho de 2018

Miguel Falabella, Marco Luque e Fernanda Chamma falam ao Cabide Fala sobre Os Produtores

Por Rodrigo Ferraz


Miguel Falabella, Marco Luque e Fernanda Chamma falam ao Cabide Fala sobre Os Produtores. Miguel que já havia dirigido e atuado em uma montagem do musical há pouco mais de 10 anos volta com elenco renovado, protagonizando junto com ele, estão Marco Luque e Danielle Winits... No vídeo a seguir você acompanha trechos do espetáculo e um papo com Falabella, Luque e Fernanda Chamma que coreografou o espetáculo, eles falam sobre Os Produtores e outros detalhes da carreira, vamos conferir?


Serviço: Teatro Procópio Ferreira, R$25 à R$220, Quintas e Sextas Feiras 21h, Sábado 17h e Sábados 21h e Domingos 15h30.

Os vídeos foram editados por Mohamed Osman.

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Sobre o entrevistador


quinta-feira, 14 de junho de 2018

Mister Brau e a grandeza do plural

Por Rodrigo Ferraz


Nessa terça-feira feira teoricamente acabou Mister Brau. O seriado que durou 4 temporadas, sai do melhor jeito - com gosto de quero mais e com um sentimento que já abordou tudo que tinha pra abordar, falo teoricamente, pois pode ser que o seriado pode voltar a ser exibido! Nascido sem querer de um personagem que Lázaro viveu no delicioso seriado Doce de Mãe, Brau teve uma responsabilidade e tanto, ser um artista com alta popularidade, ter muito carisma, dançar e cantar músicas leves e principalmente fazer o público pensar sem doutrinar ninguém! 

O seriado apesar de competir com o bem sucedido reality show Master Chef nunca foi ameaçado em matéria de audiência, sempre mantendo um bom número de televisores ligados na Globo. Lázaro Ramos e Tais Araújo são um casal que gosta de trabalhar juntos, não à toa começaram a se relacionar trabalhando em Cobras & Lagartos, de lá pra cá vieram peças, filhos e a novela Geração Brasil. Pudera, eles têm química de sobra, inspiradíssimos os atores não apenas mandaram bem (pra não perder o costume) como dançaram e cantaram. Novamente como par, o casal que além de talentoso pra caramba é lindo, colocou dedo em feridas. 


A mais evidente foi o racismo, os Brau moravam numa mansão em um condomínio da Barra da Tijuca, havia uma vizinha racista, em pouco tempo a família da vizinha já estava próxima dos protagonistas, o marido dela era advogado dos artistas, a personagem era Andrea em uma boa interpretação de Fernanda de Freitas começou a trama explanando preconceitos, o tempo a deixou mais aberta e gostando dos protagonistas, mas que a personagem era interesseira, isso era! A trama abordou o racismo também com os filhos do casal, e com o próprio brasileiro ao mostrar um ídolo pop negro algo raro, na nossa musica pop no mercado genuinamente popular consigo só enxergar Tiaguinho e Ludmila, mas não foi só isso que cutucou. 


Na última temporada Michelle, a personagem de Tais Araujo ganhou força, o empoderamento feminino estava lá latente, tanto que estremeceu o casamento dos personagens, mas o amor falou mais alto e eles voltaram. Priscila, personagem inesquecível de Lázaro Ramos também voltou nessa temporada, assim como em Sexo Frágil o personagem é uma mulher e de fato o ator não faz dele um personagem trans, mas não tem como não pensar nisso nos dias de hoje, só dele estar lá montado já é motivo para pauta de conversas a respeito!

O episódio final termina como um conto de fadas de volta as origens, conhecemos Angola e descobrimos que o protagonista na verdade nasceu lá, reencontrou sua mãe e na cena final em clara referência a Rei Leão vemos uma família descobrindo seu reino, reverenciada pelo seu povo e se reverenciando. Um final digno de chave de ouro! Agora é torcer que lancem em dvds! Você também gostou de Mister Brau?? 

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Sobre o autor

sexta-feira, 1 de junho de 2018

DRoPs 57 - Novidades culturais, curtas e finas

Por Rodrigo Ferraz

~> Vamos começar falando de cinema?? Depois de um hiato de mais de 10 anos, Monique Gardenberg volta a dirigir um longa metragem. O filme Paraíso Perdido tem um elencão, Humberto Carrão, um dos atores do filme faz um convite pra vocês...

A história é envolvente, e as atuações são irretocáveis, não perca!

~> Núcleo Experimental adapta distopia 1984, de George Orwell, no Sesc Consolação Com direção de Zé Henrique de Paula, peça tem Carmo Dalla Vecchia, Rodrigo Caetano, Gabriela Fontana, Eric Lenate, Rogerio Brito, Inês Aranha, Laerte Késsimos, Fabio Redkowicz e Chiara Scallet no elenco. Espetáculo estreia hoje no Teatro Anchieta. Às sextas e sábados, às 21h, e aos domingos, às 18h, ingressos R$12 à R$40. 

~> A Cia Barca dos Corações Partidos está em cartaz com dois espetáculos no Teatro do Shopping Frei Caneca, a primeira é Auê. Sábado às 17h e Domingo às 16h. Com um repertório feito especialmente para ele, o espetáculo levanta a platéia. Ingressos custam 70 reais inteira. /


~> A segunda é Suassuna - O Auto do Reino do Sol, é uma grande homenagem ao escritor. Sexta e Sábado 21h e Domingo 19h. Ingressos vão de R$25 à R$120.

~> Falando em shopping Frei Caneca só que no Teatro Nair Bello estreia hoje: Somos Todos Tão Jovens, Júlio Oliveira e Ghilherme Lobo que já estiveram por aqui numa entrevista junto com Gabriela Gama voltam para mais um bate papo, vamos conferir??


Às Sextas 21h, Sábados 20h e Domingos 19h. Os ingressos vão de 30 à 60 reais.

~> O Monstro inaugura novos dias no Teatro Vivo, Terças e Quartas feiras às 20h, um monólogo em que Genésio de Barros interpreta um professor de filosofia que fica fascinado com uma jovem em um passeio pela Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro. R$50 o valor do ingresso inteira.

~> A ótima Cia Mungunzá de Teatro está em cartaz com Epidemia Prata no Sesc 24 de Maio, a peça  comemora 10 anos do coletivo é inspirada nos meninos prateados que se pintam para fazerem malabares nos faróis e pedirem esmolas nos metrôs da capital paulista e devolve ao público de forma engajada e poética a experiência vivida em um ano no centro de São Paulo, desde a criação do Teatro de Contêiner Mungunzá. De Quarta a Sexta-feira, às 21 horas (sessões extras nos dias 16 de junho, Sábado, às 21 horas e 17 de junho, Domingo, às 18 horas). Ingressos – R$ 40,00 (inteira); R$ 20,00 (estudante com carteirinha e aposentado) e R$ 12,00 (credencial plena). Depois do Sesc a peça segue temporada na sede da cia!


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Sobre o autor

sexta-feira, 18 de maio de 2018

#Entrevista com Zezé Motta

Por Rodrigo Ferraz


Zezé Motta é daquelas artistas tão incríveis que merecia um documentário, não uma entrevista, tão grandiosa ganhou uma homenagem linda no Tiradentes em Cena. Com uma exposição como disse na publicação sobre o festival, polivalente ela é atriz e cantora. No festival ela brilhou cantando na igreja matriz da cidade com salva de aplausos calorosas e pra quem foi não esquecerá. Na sacristia da igreja, depois do show falamos do festival e relembramos grandes momentos da carreira dela, do início até atualmente. Vamos conferir?


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Sobre o entrevistador

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